sábado, 1 de dezembro de 2012

O Estatuto do começo de nós dois

Decretamos que seja eterno enquanto durar (Fonte: imagens Google)


“Foi Assim” como os versos da música de Paulo André e Ruy Barata. Sem planos, sem projetos, sem espera. Aconteceu do nada, na hora certa, no dia exato, no lugar perfeito e foi mais forte que nós. O olho no olho, a respiração ofegante, o sorriso de uma ponta a outra do rosto, o primeiro toque de pele, o libido, o abraço que durou uma eternidade. O começo.

Prometemos um ao outro que a nossa única regra seria o amor e não haveria exceção. O primeiro beijo ao som de um velho disco do Jimi Hendrix. A primeira transa na chuva, o desejo, a primeira viagem à Bragança, o primeiro “eu te amo”, sussurrado ao pé do ouvido em uma madrugada de dezembro. O início.

Decretamos que seja eterno enquanto durar. E que apenas o amor sustente essa história. Decretamos viver cada dia como se não houvesse amanhã. Sem medo, sem planos, sem danos, sem perdas e sem nada que destrua nossa confiança. Que a partir de agora constituamos um só. Duas vidas e uma só história. E que assim seja, até o fim de nós dois.

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